Documentário “Caravana Griô”

Em parceria com a Casa Cajuí e Pena Branca Filmes, participamos da produção do vídeo “Caravana Griô” do grupo Casa Moringa.

O vídeo acompanha as brincantes da Casa Moringa em caravana ao encontro de mestres e mestras da tradição oral e de estudantes e educador@s do ensino formal, mediando, contando, cantando e encantando na mistura desses dois mundos.

Saiba mais em  www.casamoringa.com.br

The Humble Double Fine Bundle

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The Humble Double Fine Bundle chega com tudo apresentando 4 jogos sensacionais e multi-plataforma da Double Fine Productions.

"Pague o quanto quer e adquira a amado e hilariante jogo de plataforma Psychonauts, a matrioshka aventura épica de Stacking, e a adorável aventura/RPG de Costume Quest. Se você pagar acima da média, você vai ter a ação de heavy metal / aventura / RTS roqueiro Brütal Legend. Além disso, este pacote inclui toneladas de trilhas sonoras que terão seus ouvidos pulando de alegria!"

Confira o video abaixo, faça sua contribuição ao projeto e bom divertimento!

Fonte: Humble Bundle


Novo fork do mplayer: mpv-player

Antes que me perguntem: sim, eu gosto de conhecer players de vídeo novos. Quando eles são um fork do meu player preferido (vulgo mplayer2), melhor ainda.

O mpv vem para resolver um problema que todos que acompanham o projeto do mplayer2 conhecem: falta de contribuições. Basicamente só o Uoti Urpala (principal desenvolvedor) e mais meia dúzia de gato pingado que commitam no repositório regularmente. Mas mesmo esse “regularmente” tem sido, aparentemente, quando os desenvolvedores estão inspirados. Se você olhar o repositório do projeto os últimos commits foram dia 09/03 e desde então nada.

O mpv-player tenta arrumar isso tornando o código mais acessível para novos desenvolvedores e não apenas para os dinossauros que mexem no MPlayer praticamente desde o inicio. Para isso eles (de acordo com o esse arquivo pelo menos) removeram partes antigas do código, quebraram a compatibilidade de forma explícita (o mplayer2 ainda era compatível com a maioria dos programas que suportavam o MPlayer original) e ainda tentam sempre fazer merge das modificações de ambos os projetos pai (MPlayer/mplayer2). Talvez a modificação mais interessante (e polêmica) seja remover o suporte ao modo slave: sem ele, não é possível integrar GUIs (interfaces gráficas de usuário, como o SMPlayer) no programa. Isso considerando que o mplayer2 já tinha removido a antiga (e deprecada) GUI do próprio MPlayer, significa que por hora o mpv só pode ser executado via linha de comando. Isso não significa que o projeto é completamente contra GUIs: eles apenas querem que alguém proponha uma interface melhor.

A falta de GUI não é de todo ruim, apesar de tudo: o mpv-player é muito mais agradável de usar em linha de comando que o MPlayer ou mplayer2. A OSD (informações que aparecem em cima do vídeo, como tempo passado ou volume) tem uma interface muito superior, sendo renderizada com o libass (assim como faz sentido renderizar PDFs usando Javascript assim como a Mozilla fez no PDF.js, faz todo o sentido renderizar informações sobre o vídeo usando uma biblioteca de legendas poderosa como é a libass). No terminal, menos “lixo” é produzido (o projeto limitou a saída de informações no terminal), e as opções agora tem parâmetros mais comuns para aqueles que usam *nix de longa data (se você usa Linux, deve entender porque –osd-level faz mais sentido que -osdlevel).

Mas a mudança de fato mais importante é o número de contribuições no projeto: uma rápida olhada no GitHub mostra um bom número de colaboradores trabalhando em partes diferentes do projeto. Sim, ainda dá para ver que é um projeto filho de uma pessoa só, mas ver colaboradores diferentes é interessante.

É um projeto que se você como eu, acha que a maioria dos players de vídeo para Linux deixam a desejar, vale a pena acompanhar. Provavelmente vou continuar acompanhando tanto o mplayer2 como o mpv porque eles arrumam problemas diferentes (e o MPlayer continua sendo algo bem enraizado nos sistemas *nix, com vários programas ainda dependendo dele), mas fico feliz de ver que tem algum projeto com um nível de atividade maior. Para aqueles que quiserem compilar, no Arch como sempre é bem simples: simplesmente use esse PKGBUILD do AUR e divirta-se. Para usuários de outras distros, o projeto oferece scripts de compilação no estilo do mplayer2. Eu não testei se os mesmos funcionam, então fica com você para pesquisar como usá-los.


Instalando o Archlinux!

Ao contrário do que eu mesmo imaginava essa instalação do Arch é muito mais simples do que a antiga, uma vez feita tudo se torna muito claro e prático.

Baixe a nova ISO do ArchLinux aqui e crie o disco de boot. (CD, Pendrive…)

Dado o boot segue a tela:

01-splash

Nessa nova mídia não é mais necessário logar, após o boot já nos encontramos logados como root.
Utilizo o sistema x86_64 (64bits)

Você se deparará com uma tela parecida com essa:

02-login

O primeiro passo é configurar o teclado:

# loadkeys br-abnt2

Obs.: A instalação foi feita utilizando internet DHCP.
Recomenda-se dar um ping em algum endereço por precaução.
Para outro tipo de configuração de rede com IP Fixo, ou Wireless consulte a Wiki.

Feito isso vamos a parte mais delicada da instalação, o particionamento.
Recomendo a quem não tem familiaridade com o cfdisk que crie as partições previamente através do Gparted utilizando um LiveCD de outra distribuição.

Listando as partições:
# cfdisk /dev/sda ou
# cfdisk/dev/sdb

No meu caso a opção correta é o sdb pois possuo mais de um HD.

Como pode-se notar duas partições foram criadas anteriormente, uma Swap e uma Raiz, somente.

cfdisk
Partição raiz = sdb6
Partição swap = sdb5

Primeiro vamos formatar a partição raiz (/), que será onde o sistema será instalado:
# mkfs.ext4 /dev/sdb6

Preparando a Swap:
# mkswap /dev/sdb5 && swapon /dev/sdb5

Se tudo correu bem e nem um erro foi reportado basta montar a partição raiz:
# mount /dev/sdb6 /mnt

Pronto, a parte mais delicada da instalação foi concluída.
Agora vamos começar realmente a instalação do ArchLinux:

Rode o comando abaixo para que a instalação dos pacotes base e base-devel sejam instalados:
# pacstrap /mnt base base-devel

Terminando esse processo que pode demorar um pouco vamos criar o nosso fstab:
# genfstab -U -p /mnt >> /mnt/etc/fstab

Até o momento estavamos utilizando o Live do Arch, agora vamos configurar o nosso novo sistema, para isso vamos utilizar o Chroot:
# arch-chroot /mnt

Escolhendo o nome da máquina:
# echo nomedamaquina > /etc/hostname
Ex: # echo archlinux > /etc/hostname

Configurando novamente o Teclado para português do Brasil:
# loadkeys br-abnt2

Configurando o Idioma para português do Brasil:
# nano /etc/locale.gen

Remova o comentário (#) das linhas do arquivo, “pt_BR.UTF-8″ e “UTF-8 pt_BR ISO-8859-1″ deixando-as assim:
pt_BR.UTF-8 UTF-8
pt_BR ISO-8859-1

Aplicando as alterações de idioma:
# locale-gen

Configurando o Relógio:
# ln -s /usr/share/zoneinfo/America/Sao_Paulo /etc/localtime
Obs.: Também pode ser usado o serviço UTC se for de sua preferência, consulte a Wiki para tal.

Habilitando serviço DHCP
# systemctl enable dhcpcd.service

Outra parte da instalação que deve ser feita com cuidado é a instalação e configuração do Grub.

Antes de instalar o grub devemos preparar o randisk inicial:
# mkinitcpio -p linux

Instalando o grub2:
# pacman -S  grub-bios

Habilite o módulo dm-mod:
# modprobe dm-mod

Instalando o Grub2 na partição de boot:
# grub-install –target=i386-pc –recheck –debug /dev/sda
Obs.: Nessa parte não é travessão, são dois traços antes de target, recheck e debug!

Para evitar uma mensagem de erro (inofensiva) no momento da inicialização:
# mkdir -p /boot/grub/locale
# cp /usr/share/locale/en\@quot/LC_MESSAGES/grub.mo /boot/grub/locale/en.mo

Para que outro sistema operacional seja reconhecido e apareça na lista do Grub, instale o pacote “os-prober” antes de gerar o grub.cfg:
# pacman -S os-prober

Criando o grub.cfg:
# grub-mkconfig -o /boot/grub/grub.cfg

Alterando a senha de root:
# passwd

Saindo do chroot:
# exit

Reinicie:
#reboot

Pronto, se tudo correu bem, nosso Archlinux já está instalado.

- Pós-instalação -

Se por um acaso a rede DHCP não subir automaticamente rode o comando:
# dhcpcd

Criando usuário:

# useradd -m -G audio,dbus,lp,network,optical,power,storage,users,video,wheel -s /bin/bash nomedousuario
# passwd nomedousuario

Instalando o Vídeo
Nvidia:
# pacman -S nvidia
Intel:
# pacman -S xf86-video-intel

Para que o Touchpad funcione corretamente:
# pacman -S xf86-input-synaptics

Instalando a Interface Gráfica:

- Gnome
# pacman -S gdm gnome gnome-extra gnome-tweak-tool

- KDE
# pacman -S kde kde-l10n-pt_br

- Iniciando serviços

Subindo Interface Gráfica automáticamente:

Gnome:
# systemctl enable gdm.service

KDE:
# systemctl enable kdm.service

Subindo o Networkmanager automáticamente:
# systemctl enable NetworkManager

Reinicie, se tudo der certo o modo Gráfico iniciará.

- Retoques finais

Instalando Codecs:
# pacman -S gstreamer0.10 gstreamer0.10-plugins gstreamer0.10-base gstreamer0.10-good gstreamer0.10-python gstreamer0.10-ugly ffmpeg

Office
# pacman -S libreoffice libreoffice-pt-BR

Utilidades
#pacman -S tar gzip bzip2 unzip unrar p7zip gparted filezilla xchat pidgin terminator vim geany vlc putty remmina skype firefox chromium flashplugin vlc jdk7-openjdk rhythmbox transmission-cli transmission-gtk

Se o Gnome não estiver em Português do Brasil e a hora não estiver certa, após o sistema ser reiniciado, siga respectivamente os passos abaixo:

Gnome em português:
# localectl set-locale LANG=”pt_BR.utf8″

Acertando a Data/Hora:
# timedatectl set-time “2013-04-17 23:04:00″

Dica: Você pode dar uma incrementada no seu Gnome com as Extensões para o Shell clicando aqui.

E o Arch nos surpreende mais uma vez!

Tome cuidado com as intervenções que devem ser feitas manualmente, antes de atualizar seu sistema sempre dê uma passada na página oficial da Distribuição.

Esse pequeno artigo teve como base o tutorial do amigo Clécio e a página do Fórum Arch Brasil.

Espero que o post ajude!

Segue abaixo screens do meu Arch Linux rodando pós instalação:

print1

print2
Agradecimento especial aos amigos Marcelo Melo (Guerreiro), ao Reinaldo Bispo (Corvolino) e ao Maurício Eduardo (Dudu) pelos “Helps” de sempre!

Grande abraço!


netctl está no [core]

Leandro Inácio escreveu:

Conheça o netctl: perfis de rede baseado em CLI usando systemd. Num futuro próximo, o antigo netcfg será removido do [core]. Quem estiver usando o netcfg deve mudar para o netctl. A migração é um processo manual e durante a mudança você pode não ter acesso a internet, portanto, tenha cuidado e leia as man pages (netctl(1), netctl.profile(5) and netctl.special(7)).

O design do netctl é feito para que os entusiastas do systemd apreciem seu uso e os usuários do netcfg estejam familiarizado com seus arquivos de profile. Junto com netctl está disponível um assistente para conexões wifi baseada em ncurses chamado wifi-menu.

Com a instalação do netctl, netcfg será removido e os serviços systemd habilitados permanecerão assim até que haja uma intervenção manual. A wiki sobre o netctl contém informações adicionais para migração para o netcfg.

URL da notícia: https://www.archlinux.org/news/netctl-is-now-in-core/

Dica: Update Pacman 4.1

Olá pessoal, hoje venho compartilhar uma pequena dica com vocês. Pela manhã fui atualizar o meu Arch e me deparei com a seguinte mensagem:

erro: falha ao preparar a transação (não foi possível satisfazer as dependências)
:: package-query: requer pacman<4.1

Para contornar isso, que a meu ver não se caracteriza como quebra de pacote, primeiro removi o pacote conflitante e suas dependências, no caso:

pacman -R package-query yaourt

Em seguida atualizei o sistema:

pacman -Syu

Depois, renomeei o pacman.conf.pacnew:

mv /etc/pacman.conf.pacnew /etc/pacman.conf

Atualizei novamente o sistema com a nova configuração do pacman.conf:

pacman -Syu

E para finalizar, instalei novamente o yaourt e package-query.

Dica: Quando ocorre algo dessa forma ou parecido com algum pacote, primeiro eu removo o pacote conflitante com suas dependências e faço a atualização, caso seja bem sucedida a atualização instalo novamente o pacote removido.

Nada demais não é mesmo?

 

AFK

Instalação de um cluster Hadoop no Ubuntu 12.04 LTS (Parte 2)

Para a instalação do cluster Hadoop, é preciso fazer a primeira parte deste tutorial em todas as máquinas (masters e slaves).

Assim como a primeira parte, este post é um breve resumo do artigo Running Hadoop on Ubuntu Linux (Multi-Node Cluster), do Michael G. Noll. Anotei esses passos apenas como checklist para instalações futuras, mas resolvi compartilhar aqui no blog. Então para mais detalhes eu sugiro que leiam o artigo original.

Antes de começar, certifique-se que:

  • Tenha seguido a primeira parte do tutorial em todas máquinas (masters e slaves). É recomendado manter as mesmas estruturas, caminhos de diretórios e versão do sistema operacional.
  • Cada máquina tenha um IP devidamente configurado e que seja acessível pelas outras máquinas.
  • Todos os serviços Hadoop das máquinas estejam parados, através do comando stop-all.sh (na pasta bin do diretório do Hadoop, caso você não tenha adicionado essa pasta no $PATH – Passo 12 da primeira parte do artigo).

1. Instalar o Hadoop no modo multi-node

1) Configuração de rede (Master e Slave)

$ nano /etc/hosts

Adicionar as seguintes linhas (com os devidos IPs da sua rede). Coloque as demais máquinas de acordo com a configuração do seu cluster.

192.168.2.7 master
192.168.2.8 slave

E retirar (ou comentar, com um ‘#’ no início) essa linha se ela existir:

127.0.1.1 master

2) SSH (Master)

$ ssh-copy-id -i $HOME/.ssh/id_rsa.pub hadoop@slave

Para testar:

$ ssh master
$ ssh slave

3) Configuração do Hadoop

O master executará o NameNode para a camada HDFS (Hadoop Distributed File System) e o JobTracker para a camada de processamento do MapReduce. Ambas as máquinas rodarão os daemons DataNode para a camada HDFS e TaskTracker para camada de processamento do MapReduce. Dessa forma, os daemons masters serão responsáveis pela coordenação e gerenciamento dos daemons slaves, enquanto estes fazem os trabalhos de processamento e armazenamento.

3.1) Master

$ nano /usr/local/hadoop/conf/masters
 
master
$ nano /usr/local/hadoop/conf/slaves
 
master
slave

3.2) Master e Slave(s)

$ nano /usr/local/hadoop/conf/core-site.xml
<?xml version="1.0"?> 
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="configuration.xsl"?> 
 
<configuration> 
	<property> 
	  <name>hadoop.tmp.dir</name> 
	  <value>/home/hadoop/tmp</value> 
	  <description>A base for other temporary directories.</description> 
	</property> 
 
	<property> 
	  <name>fs.default.name</name> 
	  <value>hdfs://master:54310</value> 
	  <description>The name of the default file system.  A URI whose 
	  scheme and authority determine the FileSystem implementation.  The 
	  uri's scheme determines the config property (fs.SCHEME.impl) naming 
	  the FileSystem implementation class.  The uri's authority is used to 
	  determine the host, port, etc. for a filesystem.</description> 
	</property> 
</configuration>
$ nano /usr/local/hadoop/conf/mapred-site.xml
<?xml version="1.0"?> 
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="configuration.xsl"?> 
 
<configuration> 
	<property> 
	  <name>mapred.job.tracker</name> 
	  <value>master:54311</value> 
	  <description>The host and port that the MapReduce job tracker runs 
	  at.  If "local", then jobs are run in-process as a single map 
	  and reduce task. 
	  </description> 
	</property> 
</configuration>
$ nano /usr/local/hadoop/conf/hdfs-site.xml
<?xml version="1.0"?> 
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="configuration.xsl"?> 
 
<configuration> 
	<property> 
	  <name>dfs.replication</name> 
	  <value>2</value> 
	  <description>Default block replication. 
	  The actual number of replications can be specified when the file is created. 
	  The default is used if replication is not specified in create time. 
	  </description> 
	</property> 
</configuration>

4) Formatar o HDFS via NameNode

hadoop@master:~$ stop-all.sh
hadoop@master:~$ hadoop namenode -format

5) Iniciando o cluster

hadoop@master:~$ start-dfs.sh
hadoop@master:~$ start-mapred.sh

Para conferir:

hadoop@master:~$ jps
 
16017 Jps
14799 NameNode
15686 TaskTracker
14880 DataNode
15596 JobTracker
14977 SecondaryNameNode
hadoop@slave:~$ jps
 
15183 DataNode
15897 TaskTracker
16284 Jps

6) Parando o cluster

hadoop@master:~$ stop-mapred.sh
hadoop@master:~$ stop-dfs.sh

6) Testando

Baixar vários livros em formato texto puro para a pasta gutenberg, como mostrado anteriormente.

$ hadoop dfs -copyFromLocal gutenberg gutenberg
$ hadoop dfs -rmr gutenberg-output
$ cd /usr/local/hadoop
$ hadoop jar hadoop-examples-1.1.0.jar wordcount /user/hadoop/gutenberg /user/hadoop/gutenberg-output
$ hadoop dfs -cat /user/hadoop/gutenberg-output/part-r-00000

Abrir os logs no master e slave(s) para conferir se o DataNode na máquina slave recebeu os blocos do master:

$ tail -50 /usr/local/hadoop/logs/hadoop-hadoop-datanode-slave.log

Para mais detalhes, leia também a documentação oficial do Apache Hadoop.

Qualquer dúvida ou sugestão, sinta-se à vontade para postar nos comentários. ;)

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Revista Espírito Livre N.43

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Lançada edição nº 43 da Revista Espírito Livre.
Nesta edição o tema principal da revista é sobre "Educação".
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Fonte: Revista Espírito Livre

Revista Espírito Livre N.42

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Lançada mais uma edição, nº 42, do Fórum da Revista Espírito Livre.
Esta edição foi realizada em Colatina, cidade do norte do Espírito Santo, conhecida como a "Princesinha do Norte".
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Revista Espírito Livre N.42
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Fonte: Revista Espírito Livre

MariaDB substitui MySQL nos repositórios

Leandro Inácio escreveu:

MariaDB é agora oficialmente nossa implementação padrão do MySQL. MariaDB é quase uma copia, então qualquer atualização deve ser possível com um mínimo de preocupação. No entanto, devido a preocupações com a compatibilidade, a substituição automática não foi realizada.

É recomendado que todos os usuários atualizem. MySQL será movido dos repositórios para o AUR no próximo mês.

Usuários que querem mudar, precisarão instalar mariadb, libmariadbclient ou mariadb-clients e executar mysql_upgrade para migrar seus sistemas.

Exemplo de migração:

# systemctl stop mysqld
# pacman -S mariadb libmariadbclient mariadb-clients
# systemctl start mysqld
# mysql_upgrade -p

percona-server é outro fork do MySQL disponível no [community]. Este é mais próximo ao Oracle MySQL Enterprise, mas sem as novas features do MariaDB.

Justamente com mysql 5.5.30-7 no [extra], todos os pacotes dependentes dele devem ser recompilados com seu similar no MariaDB. Outros mantenedores de pacotes devem mover suas dependências para os pacotes do MariaDB.

Mais informações podem ser encontradas em nossa mailing list.

URL: https://www.archlinux.org/news/mariadb-replaces-mysql-in-repositories/