Voce conhece o MediaGoblin?

O GNU MediaGoblin (também conhecido apenas por MediaGoblin) é uma plataforma web (software servidor), descentralizada e de código-aberto, direcionada para a hospedagem e o compartilhamento de diversos formatos de mídia digital.

Foi planejada com o intuito de ser uma alternativa extensível, federada e livre, aos principais serviços de publicação de mídia como Flickr, deviantArt e YouTube.

A origem do GNU MediaGoblin remonta a 2008, quando deu-se uma reunião na Free Software Foundation (Fundação do Software Livre) com o propósito de discutir os caminhos que as comunidades da Internet deveriam tomar. O consenso foi de que as estruturas centralizadas e restritivas eram tanto tecnicamente quanto eticamente discutíveis, sendo potencialmente prejudiciais a típica imparcialidade e disponibilidade da internet.6 Desde então, inúmeros projetos com essa mesma perspectiva vêm surgindo, incluindo Identi.ca, Libre.fm, Diaspora, entre outros.

O código-fonte do MediaGoblin começou a ser escrito em março de 20119 , estando desde então em contínuo desenvolvimento.

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Crimes de racismo, xenofobia e tráfico de pessoas cresceram na internet

Wikinotícias, a fonte de notícias livre

As denúncias relacionadas a conteúdos ilícitos na internet aumentaram 8,29% em 2014, revela levantamento da Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos da organização não governamental (ONG) SaferNet Brasil. Foram recebidas 189.211 reclamações, envolvendo 58.717 páginas distintas da web. A SaferNet Brasil destaca que as eleições e a Copa do Mundo contribuíram para o aumento do número de denúncias relacionadas a racismo, xenofobia e tráfico de pessoas. Os dados foram divulgados hoje (10), Dia Mundial da Internet Segura, que é lembrado simultaneamente em 113 países.

O levantamento mostra aumento de 34,15% das páginas indicadas como racistas e de 365,46% de conteúdos relacionados à xenofobia. De acordo com a SaferNet Brasil, a maioria desses sites foi criada no período eleitoral, entre 6 de julho e a semana seguinte ao segundo turno. Apenas no dia 27 de outubro, um dia após o turno final da eleição, foram recebidas 10.376 denúncias anônimas contra 6.909 links diferentes nas redes sociais. “Destacam-se as manifestações contra nordestinos”, informou Thiago Tavares, representante da SaferNet. Rio de Janeiro – Lançamento de campanha de combate ao tráfico de pessoas no Largo da Penha, zona norte da cidade.

Segundo a ONG, na comparação com 2013, no ano passado, houve crescimento de 192,93% nas denúncias envolvendo páginas suspeitas de tráfico de pessoas. “O objetivo era recrutar pessoas, principalmente mulheres, inclusive adolescentes, para a prostituição em cidades-sede da Copa do Mundo”, disse Tavares. As capitais mais citadas foram São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Fortaleza.

Entre os 1.225 pedidos de ajuda e orientação psicológica atendidos pela SaferNet, no ano passado, 222 foram por causa de vazamentos de fotos íntimas, situação chamada de sexting. Isso significa um aumento de 119,8% em relação a 2013, quando 101 casos foram atendidos. Mais da metade das vítimas tinha até 25 anos, das quais 25% tinham entre 12 e 17 anos. Cerca de 40% tinham acima de 25 anos e 8% não informaram a idade.

Os casos reportados à SaferNet são feitos voluntariamente pelos próprios usuários da internet, quando se deparam com conteúdos que evidenciam crimes contra direitos humanos na web. Para fazer a denúncia, o internauta deve acessar o portal da organização http://www.safernet.org.br/site/denunciar e enviar o link do site onde identifica o ato ilícito.


​O que É o Git?

​GitHub tem se tornando um local bizarramente popular dado seu papel como vasto armazém de códigos e informações técnicas muitas vezes inescrutáveis. Faz sentido, porém, já que a programação em si tem se integrado à cultura pop de forma completamente inesperadas, então um de seus pontos de encontro primordiais logo deveria passar pelo mesmo. Assim sendo, parece ser uma boa hora para falar sobre o que é exatamente o ​Git, uma das mais poderosas tecnologias invisíveis dentro da informática.

Mas me deixem puxar o saco um pouquinho. O Git é foda, uma das mais profundas e úteis ferramentas da programação. O Git também é esquisito e meio confuso se você não está envolvido diretamente com código e processos ligados à produção de códigos e as dificuldades de gerenciar possíveis centenas de arquivos em que trabalham centenas de programadores e engenheiros.

Pra começo de conversa, o GitHub não é Git. Muita gente confunde. O GitHub é um lugar na internet para o armazenamento de arquivos e estruturas de arquivos organizadas de acordo com o sistema Git. O sistema Git é uma espécie de controle de versões, que fica de olho nas suas paradas em busca de atualizações e alterações e certificando-se de que você ou alguém no seu projeto não faça nenhuma burrada. Ele observa seus arquivos e permite que projetos simples de programação de um ou dois arquivos sejam compartilhados com grandes quantidades de pessoas. Ele faz isso quase que invisivelmente.

De certa forma, é só um jeito de salvar coisas em um universo alternativo.

Eu uso o Git o tempo inteiro sem “empurrar” (que é meio que fazer upload) meus documentos pro GitHub. Meu repositório Git (uma série de arquivos geralmente pertinentes a um projeto) nesse caso, fica só no meu disco rígido.

A utilidade do Git reside na ramificação e integração de documentos. Se eu tenho um projeto com dezenas de arquivos interdependentes de maneiras cruciais, editar qualquer um destes é algo meio que arriscado, ainda mais se outras pessoas estiverem trabalhando em cima destes mesmos arquivos, o que só piora se o projeto está “no ar” enquanto site. Na semana passada estive trabalhando em cima de um mapa de dumps que fazia parte de um site e queria adicionar uma nova funcionalidade bacana, mas o site não poderia sair do ar. Fiz uma ramificação do projeto, alterei-a, testei-a e tentei fazer com que desse pau algumas vezes, e então, depois de satisfeito, a integrei ao arquivo-mestre e substituí os arquivos no servidor.

Logo, ao invés de trabalhar na versão “principal” da coisa, fiz um clone dela. Daí que posso fazer o que bem entender com o arquivo sem interferir no projeto e quando estiver com tudo pronto, eu (ou nós) posso pegar estas mudanças e juntar com o projeto principal. De certa forma, é só um jeito de salvar coisas em um universo alternativo.

Linus Torvalds. Crédito: Alex Dawson/Flickr

O Git foi criado por Linus Torvalds, famoso por outra cria sua, o Linux. Ele precisava de algo relativamente rápido que pudesse lidar com uma série quase constante de atividades envolvidas em algo como o Linux. E tinha que ser de graça. Não encontrando nada, ele decidiu criar o Git. Como no caso do Linux, Torvalds o batizou em referência a si mesmo; em inglês britânico, Git é uma gíria para “cabeça-dura, que acha que está sempre certo, briguento”, de acordo com a Git Wiki.

O que faz o Git funcionar mesmo é sua habilidade de detectar mudanças em arquivos – não só que uma mudança ocorreu, mas onde e que mudança aconteceu. Um arquivo rastreado pelo Git tem seu conteúdo verificado usando o algoritmo de criptografia SHA-1, resultando em uma bolha de 40 caracteres (hexadecimais). Quando esta bolha difere da outra observada anteriormente pelo Git, ele registrar que o arquivo foi “modificado” e o desenvolvedor pode prosseguir adequadamente (fazendo as alterações no arquivo principal ou o que for).

Tudo isso parece muito simples, e a coisa continua simplificada assim por mais que os projetos cresçam enormemente. Obrigado novamente, Linus.

Tradução: Thiago “Índio” Silva

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​Não Confie Só no Tor: Dicas de Segurança de Um Veterano da Deep Web

er um ciber-criminoso é difícil. Quando você atinge certo nível de notoriedade, um monte de agências de segurança com fundos o suficiente pode estar na sua cola. Alguns podem pensar que o poder de uma tecnologia de anonimato e criptografia como o Tor pode ser o bastante para dar uma segurada nos tiras. Mas eles estão errados.

Os verdadeiros “profissionais” também se valem de um alto padrão de segurança operacional, também chamada de “OPSEC”. Isto é, essencialmente, a prática de manter seu trabalho à salvo, e muitas vezes consiste em esperteza e disciplina, ao invés de algo especificamente tecnológico.

Um suposto veterano da deep web deu seus próprios conselhos de OPSEC para o zine hacker 2600.

O autor do texto afirma ser “Nachash”, nome de usuário do antigo administrador do Doxbin, um site em que detalhes pessoais de dezenas, talvez centenas de milhares de pessoas, eram hospedados. Isto incluía os números da previdência social de várias celebridades, e também dox – gíria para documentos de identificação pessoal – de hackers, gamers, e praticamente qualquer um que tenha emputecido qualquer membro do 4chan, o infame fórum e celeiro de trolls da internet.

O Doxbin foi encerrado durante a Operation Onymous, um esforço das autoridades que visou um punhado de sites da deep web, incluindo aí o sucessor do comércio de drogas Silk Road, cujo suposto administrador à época foi preso.

“Como consegui não ser derrubado, sou um dos poucos qualificados a instruir outras pessoas à respeito de serviços ocultos e segurança, simplesmente porque tenho mais experiência real na operação destes serviços [sites da deep web] que o usuário médio do Tor”, escreveu Nachash.

Apesar de já ter interagido com Nachash anteriormente, na época de publicação da matéria ele ainda não havia respondido mensagens em que lhe pedia para confirmar que ele pretendia, de fato, escrever um artigo com estas dicas. Uma conta no Twitter previamente associada a Nachash tuitou o guia.

Nachash inicia a seção OPSEC de seu guia com um aviso seríssimo. “Esta seção é essencial, especialmente quando as coisas começam a dar errado. Se tudo mais cair por terra, seguir estas dicas fielmente ou não pode fazer a diferença entre liberdade e prisão”, ele escreve.

“Se você confia somente no Tor para se proteger, você vai se foder e gente como eu rirá de você.”

A primeira dica é não misturar sua identidade da deep web com a sua verdadeira. Não trabalhe “do porão de sua mãe ou qualquer lugar associado normalmente com você” e “não fale sobre os mesmos assuntos usando diversas identidades e tome medidas para alterar a forma como você escreve”, diz Nachash.

A prática de manter identidades separadas é conhecida como “compartimentação”, e é onde muitas vezes os ciber-criminosos falham. O suposto criador do Silk Road 2 preso como parte da Operation Onymous registrou o servidor do site com seu email pessoal. Isto é semelhante ao erro cometido por Ross Ulbricht, o recém-condenado dono do primeiro Silk Road: ele assinou uma mensagem que fazia propaganda do site com uma conta do Gmail que incluía seu nome verdadeiro.

Em seguida, Nachash escreve, “Nunca mantenha registros de qualquer comunicação. Se você for pego e tiver logs de conversas, os tiras os usarão para prender outras pessoas”. É provável que estes registros, caso sejam incriminadores, sejam usados contra você. Isto foi exatamente o que aconteceu com Ulbricht: haviam registros de muitos chats entre ele e seus parceiros armazenados em seu notebook, e além disso, ele tinha um diário de suas atividades ilegais.

Ao utilizar chats, tente deixar rastros de desinformação, continua Nachash. “Caso você seja pegando conversa fiada, certifique-se de incluir dados falsos sobre si mesmo e sua vida”. Isso para que não seja possível traçar um perfil seu que ajudaria a lhe encontrar.

Este foi um conselho que o hacktivista Jeremy Hammond não seguiu: ao falar com “Sabu”, um integrante do grupo hacker LulzSec, que nesta altura trabalhava como informante do FBI, Hammond deu indícios de seu estilo de vida, como por exemplo o fato de que costumava reviravar lixeiros. Registros indicam que isto ajudou o FBI a capturá-lo.

Mesmo que você chegue a esse ponto, e comece a ganhar grana na deep web, não deve sair por aí ostentando seu dinheiro. “Levar uma vida que está além das suas possibilidades é um alerta que leva a investigações financeiras e por fraude”, escreve Nachash.

Resumindo, “se você confia somente no Tor para se proteger, você vai se foder e gente como eu rirá de você”.

Ou, em outras palavras, a tecnologia não é algo à prova de falhas: se você quer seguir online sem revelar sua identidade, tem que separar por completo suas múltiplas vidas, e seguir uma série de outras regras não-técnicas. Se você não fizer isso, vai ser pego, não importa debaixo de quanta criptografia você esteja.

Tradução: Thiago “Índio” Silva


Resolvendo o problemas das fontes no Arch Linux

Arch Linux is a lightweight, simple and minimalist distro, at early pacstrap only install base packages which is very minimalist to build customized Linux from scratch even the fonts not installed by default then it will fallback to bitmaps font if the fonts is missing.

The fonts rendering can be improved by installing the missing fonts, disable the bitmaps fonts, and infinality patchset which greatly improve the freetype2  font engine rendering quality.

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Create zRam a Memory Compression on Arch Linux

zRam is a virtual memory compression using block devices named /dev/zram using a fast compression algorithm that compress the least recently used (LRU) or inactive space in the memory allows Arch Linux to free up more memory with less performance hit compared to swap on slow disks.

zRam is greatly increasing the available amount of memory without swap disks. It is recommended to users using Arch Linux without a swap file, partition, or slow swap disks to use zRam instead of turning off swap.

Create a zRam block devices

Load the zRam modules to the kernel using modprobe:

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GNOME Builder IDE Gets a Massive Update in GNOME 3.16.1

Over 300 changes were implemented in GNOME Builder 3.16.1

  GNOME Builder 3.16

The first point release of the acclaimed GNOME 3.16 desktop environment is here, bringing dozens of updated core components and applications, among which a major update to the GNOME Builder IDE.

The first point release of the acclaimed GNOME 3.16 desktop environment is here, bringing dozens of updated core components and applications, among which a major update to the GNOME Builder IDE.

We announced the release of the powerful, next-generation GNOME Builder 3.16 integrated development environment (IDE) last month, along with the announcement for the GNOME 3.16 desktop environment.

GNOME Builder 3.16.1 is the first maintenance release of the software and comes today with over 300 changes, including dozens of new features, as well as multiple bug fixes and general improvements.

“While most projects are focused on improving stability for 3.16.1, Builder is quickly adding the features you need. This is only possible because we are still an early preview application.” was stated in the announcement.

Here’s what is new in GNOME Builder 3.16.1

According to the release notes, GNOME Builder 3.16.1 improves handling of drafts and autotools builders, introduces an all-new incremental semantic syntax highlighting engine, and adds symbols navigator for C++ and C files.

The project tree saw various improvements, including file manager integration, support for opening files in external apps based on content-type, and support for creating folders and files.

Furthermore, semantic highlighting has been added for C++ and C using Clang AST, build warnings are now highlighted in squiggly yellow lines, the dark theme saw various improvements, as well as the style scheme for C and C++ languages.

In addition to the above, GNOME Builder 3.16.1 comes with better support for the FreeBSD and OpenBSD operating systems, adds split support for the HTML view mode, supports editing of “application/x-php” files, and adds a new symbolic icon.

Last but not least, the scroll-offset and VIM mode components got various improvements, Git clone support has been integrated in the New Project dialog, and the application now supports extraction of CFLAGS from non-recursive, out-of-tree automake files. Download GNOME Builder 3.16.1.

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[mini] Setting up Spark on Arch Linux

First things first: install openjdk (version 8 is the better one at the time of this post) and scala. This should be pretty standard. But if you really need some orientation, then check out our Wiki.

sudo pacman -S scala scala-docs scala-sources

I’m not listing any jdks here because there are several variants of it to choose from. I personally use jdk8-openjdk-infinality to benefit from the infinality fonts patchset.

Now, check out if you’re good to go:

$ scala
Welcome to Scala version 2.11.6 (OpenJDK 64-Bit Server VM, Java 1.8.0_40).
Type in expressions to have them evaluated.
Type :help for more information.

scala> println("hello world")
hello world

Now, let’s grab the apache-spark package from the AUR. Un-tar it and do a

$ makepkg -si

And now wait. Spark is built with maven, so it will pull several dependencies then compile them; maven is the equivalent of cmake in the Java world.

Why is this here? To show people from other distros how it is easy to install “uncommon” software on Arch. And hey, if the software is not packaged, then it is (usually) easy to do that too; just request this on the appropriate subforum. Or, better yet, learn to do that yourself.


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GNS3 1.3 – A ferramenta perfeita para quem gosta de redes

A versão mais rápida e estável desta fantástica ferramenta

O GNS3 é um simulador de redes  bastante “real”, que emula os mais diversos equipamentos activos de uma rede: routers, switchs, PCs, telefones, firewalls, etc. Considerando por exemplo um router, o GNS3 permite-nos emular o IOS (sistema operativo dos equipamentos Cisco) de um router real e proceder às respectivas configurações.

Recentemente foi anunciada a versão 1.3 que se destaca por oferecer uma fluidez fantástica e por implementar algumas melhorias gráficas e ao nível das funcionalidades.

gns3_001

O GNS3 é sem duvida uma ferramenta bastante útil para quem trabalha no mundo das redes, mas também para quem se está a iniciar nesta área (ex. estudantes de CCNA, CCNP e outros cursos).

O GNS3 integra bem com as ferramentas de virtualização VirtualBox e  Qemu. Além disso, há já um conjunto de imagens, com sistemas operativos, prontas a seres descarregadas e usadas – ver aqui.

gns3_002

Esta nova versão além de seguir o “novo” design do GNS 3 .1x, oferece também um desempenho fantástico.

Principais melhorias
  • Preferências do GUI guardadas no formato JSON
  • Todas as comunicações mostram uma barra de progresso
  • Quemu pode correr em servidores sem interface gráfico
  • Crashs são automaticamente reportados
  • Saiba tudo aqui

Nos próximos dias vamos publicar alguns tutoriais, com base nesta nova versão, e também lançar alguns desafios. Estejam atentos.

FONTE

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Linux chegou a mais um lugar estranho, às máquinas Canon EOS

O Linux é de todos os sistemas operativos existentes o mais versátil. Podemos vê-lo a correr em lugares onde não seria esperado e a desempenhar funções que não passariam pela cabeça de ninguém.

É normal vermos surgir hardware em que não esperaríamos ver um sistema operativo a correr e lá encontramos o Linux. Não é por isso uma surpresa ver que conseguiu chegar a mais uma plataforma. Desta vez foram as máquinas fotográficas DSLR da Canon.

O Linux está preparado para correr em situações fora do normal, onde desempenha controlo sobre hardware que deverá ser imune a falhas e em que outros sistemas não estariam preparados para correr ou desempenhar funções similares.

As suas aplicações são tão díspares que desde pequenos computadores caseiros, onde desempenham o papel de verdadeiros media centers, servidores de alto desempenho, onde geram transacções comerciais e serviços da Internet, ou na gestão da frota de submarinos da marinha Norte Americana, que utiliza este sistema operativo de forma constante.

A mais recente conquista do Linux não representa qualquer vitória especial sobre um qualquer equipamento. É uma curiosidade que foi conseguida apenas para provar que seria possível, mas que abre um leque variado de possibilidades para o futuro.

O Linux foi agora colocado a correr em máquinas fotográficas DSLR da Canon, na linha EOS. A tarefa foi realizada de forma faseada e neste momento já é possível a qualquer um testar esta versão, desde que numa máquina desta linha.

http://videos.sapo.pt/2VZFTZuUwpRJTkYEi2Kz

Estando estes equipamentos equipados com processadores ARM (ARM 946E-S) e conseguindo aceder à memória disponível, os criadores desta versão conseguiram colocar o kernel 3.19 a funcionar e a apresentar as suas mensagens no ecrã das máquinas.

Este foi um trabalho que foi realizado por quem não tinha muita experiência em desenvolvimento de kernels e por isso acabaram por ficar por este estágio.

Ainda assim esta foi uma “vitória” e provou que mais uma vez existem locais onde o Linux tem espaço. Os passos seguintes serão a criação de mecanismos para a interacção com os botões da câmara, apesar de existirem já alguns que podem ser usados, e criar uma interface gráfica para controlar toda a máquina.

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